Advogado, ativista e a voz da direita Paulistana
Uma trajetória dedicada à defesa do livre mercado, da redução de impostos e do direito do brasileiro de trabalhar em paz. Do ativismo ao Congresso Nacional.
Ricardo Salles
Deputado FederalAdvogado paulistano nascido em 08 de junho de 1975, Ricardo Salles formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com Pós-Graduação nas Universidades de Coimbra e Lisboa e Especialização em Administração pela Fundação Getúlio Vargas.
Além da atuação como advogado, dedicou sua vida pública à consolidação da direita no cenário político brasileiro.
Endireita Brasil: Quando tudo começou
Em 2006, ao lado de um grupo de amigos, Ricardo fundou o Movimento Endireita Brasil com o objetivo de atrair jovens de direita, com perfil liberal e conservador, para participar da política. No mesmo ano, aos 31 anos, candidatou-se a Deputado Federal pelo PFL em São Paulo com o lema “Por Uma Nova Direita”, obtendo quase 10 mil votos.
A partir do MEB, participou de inúmeros debates, palestras e programas de entrevista em rádio e televisão, sempre defendendo uma visão liberal na economia e conservadora nos costumes.
Organizou e participou ativamente do Dia da Liberdade de Impostos e dos movimentos de rua que defenderam as medidas de moralização da política e combate à corrupção, culminando com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016.
Em 2010, candidatou-se a Deputado Estadual pelo DEM com o lema “Chega de PT”, obtendo quase 27 mil votos.
Secretário no Governo de São Paulo
Em 2013, Ricardo Salles assumiu o cargo de Secretário Particular do Governador Geraldo Alckmin, oportunidade em que conheceu e atuou perante toda a estrutura do Governo do Estado. Nessa posição, acompanhou de perto os protestos de rua conhecidos como “Jornadas de Junho” ou Movimento Passe Livre.
Em 2016, tornou-se Secretário de Meio Ambiente so Estado de São Paulo, adotando importantes medidas de modernização dos processos de licenciamento, informatização, combate aos lixões através do Programa Lixão Zero e ações contra invasões criminosas em áreas de mananciais e do litoral paulista, além da gestão dos parques urbanos na cidade de São Paulo.
Dois anos depois, candidatou-se a Deputado Federal pelo Partido Novo, obtendo a primeira suplência com mais de 36 mil votos sob a bandeira de “Tolerância Zero” contra a corrupção, em defesa das privatizações, da propriedade privada e da legítima defesa.
Ministro do
Meio Ambiente
Em 1º de janeiro de 2019, assumiu junto ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro o Ministério do Meio Ambiente com a missão de conciliar a defesa ambiental com o desenvolvimento econômico, além de promover a agenda ambiental urbana em temas como lixo e saneamento — os maiores problemas ambientais do Brasil.
Sua gestão se destacou pela concessão de Parques Nacionais à iniciativa privada, trazendo investimentos e infraestrutura para unidades de conservação que sofriam com abandono, ao mesmo tempo em que impulsionou o ecoturismo como ferramenta de geração de renda e preservação. O Programa Lixão Zero ganhou força no combate aos lixões a céu aberto que contaminam solo e água, afetando a saúde de milhões de brasileiros.
No campo da inovação, lançou as bases do mercado voluntário de carbono, posicionando o Brasil na vanguarda das soluções ambientais de mercado. Modernizou processos de licenciamento ambiental, desburocratizando a relação entre o setor produtivo e os órgãos ambientais, e valorizou a agropecuária como aliada da preservação — não como inimiga.
Durante sua administração, o Ministério também fortaleceu o combate às invasões criminosas em áreas de preservação e mananciais, reforçando a fiscalização e a presença do Estado onde realmente importa: na proteção do patrimônio ambiental e na segurança jurídica para quem produz dentro da lei
Todos os programas desenvolvidos pelo Ministério partiram de um princípio central: colocar as pessoas no centro da política pública, com a convicção de que não há maior inimigo do meio ambiente do que a miséria e a falta de oportunidades.
Deputado Federal eleito: 640 mil votos
Em 2022, Ricardo Salles elegeu-se Deputado Federal pelo Partido Liberal em São Paulo, sendo o quinto mais votado do Brasil com quase 641 mil votos — uma demonstração inequívoca da confiança do paulista em quem defende liberdade econômica, segurança e menos Estado.Na Câmara, assumiu como titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, atuando diretamente na defesa do produtor rural e do agronegócio, setor que alimenta o Brasil e é um dos maiores motores da economia nacional. Também exerceu a função de Vice-Líder do PL e da Minoria, sendo voz ativa na oposição em defesa do contribuinte e contra o avanço do Estado sobre a liberdade do cidadão.
Como relator da CPI do MST, conduziu durante 130 dias uma investigação rigorosa sobre as ações do movimento, expondo irregularidades como desvio de recursos públicos, abusos contra assentados e privilégios de dirigentes. Seu relatório de 280 páginas pediu o indiciamento de 11 pessoas e apontou o funcionamento de uma estrutura que, segundo as conclusões da CPI, operava como uma verdadeira facção, com invasões de propriedades, doutrinação ideológica e desrespeito ao direito constitucional à propriedade privada.
Na luta pela proteção das crianças brasileiras, foi autor da emenda que incluiu a castração química para condenados por pedofilia no projeto de lei que criou o Cadastro Nacional de Pedófilos. A proposta foi aprovada pela Câmara com 267 votos a favor e apenas 85 contra, sendo uma das maiores vitórias legislativas do mandato e uma resposta firme contra os predadores sexuais de crianças e adolescentes.
Também atuou como relator da PEC Antidrogas na Câmara, defendendo a criminalização do porte e da posse de qualquer quantidade de droga, combatendo o avanço do tráfico e do crime organizado. Posicionou-se firmemente contra a decisão do STF que descriminalizou o porte de maconha, classificando-a como ativismo judicial e uma ameaça ao combate às drogas no país.
Seu mandato tem se pautado pelas mesmas bandeiras que carrega desde 2006: redução da carga tributária, desburocratização, defesa das privatizações, da propriedade privada e do livre mercado.
Na tribuna e nas comissões, luta por justiça fiscal para São Paulo — o estado que mais contribui com impostos e menos recebe de volta da União. Em agosto de 2024, retornou ao Partido Novo, fechando um ciclo que começou anos antes na mesma legenda. A volta reforça o compromisso com os valores liberais e conservadores que sempre nortearam sua trajetória, agora com a experiência de quem já passou pelo ativismo, pela gestão pública estadual e federal e pelo Legislativo.
Mais do que um mandato, Ricardo Salles segue uma missão: garantir que o brasileiro que trabalha, empreende e produz tenha liberdade para crescer sem o peso de um Estado que sufoca.
As causas que defendemos
Pautas que impactam diretamente a vida de quem trabalha, empreende e quer um Brasil mais livre, seguro e próspero.
