A experiência de Ricardo Salles na vida pública - Ricardo Salles
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A experiência de Ricardo Salles na vida pública

Por muitos anos, a elite política brasileira se dividiu em duas classes: a dos políticos ideológicos e a dos que sabiam governar. Os ideológicos estavam quase todos à esquerda, e os que tinham experiência de governança nem sequer se encontravam representados no cardápio de ideologias. Ao ignorar a ideologia, esses políticos que sabiam governar abriram uma avenida para os esquerdistas, e permitiram, sem o menor sinal de objeção, seu avanço na política e sua ocupação de espaços nas mais diversas áreas da cultura nacional.

Embora a ideologia possa parecer só uma ficção imaginária, na prática, essa diferença tem efeitos drásticos. Num acordo de comércio exterior, por exemplo, os esquerdistas prefeririam priorizar nações alinhadas com seus interesses ideológicos. Com contabilidade criativa, conseguiriam convencer os políticos que sabiam governar de que aquela era também a melhor escolha para o país. Estes, preocupados apenas com questões orçamentárias, financeiras, jurídicas ou políticas, cederiam sem mostrar sinal de luta. Esse exemplo não é fictício; isto de fato aconteceu no Brasil do PT.

É evidente que o Brasil mudou de lá para cá. Hoje, atores políticos de ideologia firme e declarada pipocam por quase todo o vasto terreno ideológico, e sobretudo à direita. Esse parece ser um sinal claro de que a acabou a festa, e de que cada proposta que venha de políticos de esquerda será vista com a devida desconfiança. Porém, em sua maioria, essas novas lideranças ideológicas, por mais legítimas que sejam, não sabem fazer política. Para não ir além dos rudimentos da área: não têm experiência interna na política, não têm visão de conjunto das instituições republicanas e suas atribuições, não têm traquejo na costura de alianças que é intrínseca ao regime democrático. E, se não sabem como se fazem as coisas na prática, como vão converter seu ideário abstrato em ações concretas?

Se antes tínhamos políticos experientes sem ideologia, hoje temos políticos ideológicos sem experiência. Captando o melhor dessas duas tendências, Ricardo Salles surge como uma liderança distinta na direita brasileira, que conjuga valores ideológicos firmes a uma experiência que vai desde sua atuação profissional até suas incursões no Poder Executivo.

Ricardo Salles: experiência como advogado / carreira jurídica

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Ricardo Salles formou-se em Direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie e fez pós-graduações em duas renomadas universidades europeias, a Universidade de Lisboa e a Universidade de Coimbra, uma das mais antigas do mundo. Posteriormente, adensou seu currículo com uma especialização em Administração de Empresas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo.

Em sua carreira jurídica, além de atuar como advogado, desempenhou funções de liderança relevantes, como as de Diretor Jurídico da SRB (Sociedade Rural Brasileira), Diretor e Conselheiro do IBRAC (Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional), Diretor do CESA (Centro de Estudos das Sociedades de Advogados), Diretor Jurídico da Câmara Espanhola de Comércio e Conselheiro da CCILB (Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira), Presidente da Vila Acalanto – Abrigo para Menores e Vice-Presidente da SARP (Sociedade Amigos do Real Parque).

Ricardo Salles: experiência como ativista político

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Em 2006, acompanhado por Marcos Alcântara Machado, Gastão Mesquita, Caio Ortiz e Luís Felipe Sampaio Fernandes, Ricardo Salles criou o Movimento Endireita Brasil, que visava a preencher uma lacuna e permitir a participação na política partidária de agentes do setor privado que tivessem interesse público nos rumos de sua cidade, seu estado e seu país.

Em 2007, Morton C. Blackwell, chefe de gabinete do Presidente Ronald Reagan, convidou Ricardo Salles e outros membros do Movimento Endireita Brasil para fazer o curso de liderança política em seu Leadership Insitute, em Washington. Lá, Ricardo Salles recebeu lições de técnicas de militância, media training, levantamento de recursos, entre outros importantes tópicos da atividade política.

Numa ação pontual que recebeu ampla cobertura da imprensa, Ricardo Salles lançou em 2007, com o Movimento Endireita Brasil e o Instituto Mises Brasil, o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo. Desde esse ano, a atividade consiste em vender num posto de gasolina no Sumaré a gasolina com o preço que ela teria, descontada a imensa carga tributária brasileira.

Entre ceticismo e curiosidade, as reações de interesse ao MEB acabaram catapultando o movimento a um papel de destaque na direita, então bastante em baixa no Brasil. Participando de debates em emissoras como MTV, na TV Câmara, jornais, revistas e associações de classe, como a Sociedade Rural Brasileira, Ricardo Salles foi pouco a pouco se tornando a cara de um aspecto da política que a direita brasileira havia abandonado há muito tempo: o do ativismo político.

Ricardo Salles: experiência como Secretário Particular do Governador de São Paulo

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Em 2013, Ricardo Salles atendeu ao convite do Governador Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria Particular. Na época, o cargo tinha mais relevância e influência que hoje. De fato, o Secretário Particular era responsável pela agenda cotidiana do Governador, organizando assim compromissos administrativos, como reuniões, eventos e inaugurações.

Além disso, a Secretaria Particular cumpria o papel de fazer as relações institucionais entre o Gabinete do Governador e o Poder Legislativo (tanto da Alesp, em São Paulo, quanto de outros braços do Legislativo), o Poder Executivo (incluindo não apenas prefeituras do Estado de São Paulo, como também outros governos), e o Poder Judiciário, além, é claro, de servir como ponte entre o Gabinete do Governador e as demais secretarias do Governo do Estado de São Paulo.

A passagem pela Secretaria Particular deu a Ricardo Salles a capacidade de lidar com pressões internas e externas. Houve forte reação contra a nomeação de dentro do próprio partido do Governador, especialmente nas alas mais à esquerda do PSDB. Com firmeza, Ricardo Salles não só lidou bem com a oposição interna quanto manteve movimentos sociais como MST e MTST longe do gabinete do Governador por todo o período de sua atuação.

Ricardo Salles: experiência como Secretário do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo

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Ricardo Salles chegou à Secretaria do Meio Ambiente em meados de 2016 com uma missão básica muito clara: facilitar o diálogo entre ambientalistas e o setor produtivo. Até então, produtores rurais, por exemplo, eram tratados como persona non grata na Secretaria do Meio Ambiente, mesmo representando o pilar econômico mais robusto do país naquele momento.

Optando pelo diálogo em vez do embate, Ricardo Salles mostrou que sua habilidade política previamente adquirida podia ser revertida em medidas capazes de beneficiar diretamente as vidas de milhões de brasileiros.

Numa de suas principais ações nesse sentido, contribuiu para a solução de um surto de moscas-dos-estábulos que afligia pequenos produtores rurais. Sob o pretexto de proteção ao meio ambiente, esses produtores foram proibidos de queimar a matéria orgânica excedente que, em decomposição, criava o ambiente perfeito para a proliferação do inseto. Uma portaria assinada por Ricardo Salles deu a eles a liberdade de resolverem seu problema com suas próprias mãos, sem depender de um estado cujas boa-vontade e eficiência não são e nem poderiam ser infinitas.

Medidas de defesa do meio ambiente abundaram sob sua gestão, mas nunca no abstrato, e sim sempre em função das pessoas, com especial atenção à prudência no uso do dinheiro público. Em importantes cidades do Estado, como Marília e Assis, foram interditados aterros sanitários irregulares; loteamentos irregulares em áreas ambientais protegidas foram alvo de operações especiais; e grandes empresas que causaram danos ao meio ambiente foram severamente multadas.

Ricardo Salles: experiência como candidato e apoiador de candidaturas

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Além de sua experiência política dentro do Poder Executivo, Ricardo Salles acumulou ao longo dos anos experiência eleitoral, tanto como candidato, quanto como apoiador de diversas candidaturas.

Sua primeira incursão eleitoral, em 2006, foi como candidato a deputado estadual, e serviu mais como um teste para o Movimento Endireita Brasil começar a compreender como se faz campanha no Brasil. Mesmo nessas condições, a ênfase ideológica já se estabeleceu como uma espécie de marca registrada da personalidade política de Ricardo Salles, elemento que, então, só era comum a políticos de esquerda.

Já em 2010, com uma campanha ainda modesta, obteve cerca de 30 mil votos, aproximadamente a metade do que precisaria para se eleger ao cargo disputado, de deputado federal. Essa votação expressiva se tornou um dos grandes ativos da experiência de Ricardo Salles no âmbito eleitoral. Tanto que, em 2012, 2014 e 2016, apoiou candidaturas vencedoras, entre elas, a do Governador Geraldo Alckmin à reeleição, sufragado vencedor já no primeiro turno.

Combinando toda essa experiência com valores fundamentais claros e inegociáveis, Ricardo Salles olha para o futuro com entusiasmo, à espera de desafios que coloquem à prova uma de suas grandes vocações, a política. ■